quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Que se zarke!

Por favor, pare agora, seu juiz, pare agora! Estou cansada, porém feliz porque comi chocolates artesanais da Brasil Cacau - valeu Priscila, uma ótima nova funcionária. Muito boa tarde, meus pupilos. Posso dizer que a vida está boa de novo, apesar da correria, tudo dando certo como o planejado - claro, no meu plano para dominar o mundo. Hoje estou no lugar do Gab aqui, quase me sentindo uma gestora ambiental,e semana que vem até sairei para coleta. Até peguei para ler o segundo volume de Gossip Girl, amém! Hoje meu treino na academia foi massa, massa, muito marombeira - treino três de dez, peso pesado. Enfim, sendo não sendo, resolvi abrir uma igreja na esquina da minha rua, irei pregar só coisa boa, sabe como é #sacomé. E nesta vida boa, estava pensando em como somos tão temporais, o apego ao tempo é enorme para nós, essa dependência...não sei, me soa como algemas - e não no sentido sensual da palavra!

No sexto volume de O Mochileiro das Galáxias, lá no fim, tem uma definição que um maluco dá sobre essas coisas temporais: início, meio e fim - perceberam o quanto gostei desse livro né, achei bom mesmo! -, adorei a frase dele. Diz sobre quando estamos no meio, lamentamos o passado e esperamos o futuro, e é isso mesmo, essa nossa mania de viver apegado em lembranças e esperanças. Temos que colocar uma, ou duas coisas na cabeça, o que foi já foi, não volta; e o que será, depende de você, aqui agora! Claro que já fiquei nesse meio, nessa situação, mas, sinceramente, a sensação de estar no meio desse redemoinho eu não gostei nenhum pouco, acebei me sentindo em lugar nenhum - me senti em uma viagem no hiperespaço.

Aprendi com a vida, com as pessoas, com as experiências que o melhor que faço é fazer o meu melhor no presente, é me dedicar ao momento, e me perdoem se muitas vezes não consigo ser assim, posso dizer que a minha vida agora está me colocando vários obstáculos para essa nova pessoa que quero ser - as inimigas estão fazendo o seu melhor. Porém sou persistente, e vou me dar bem aqui e ser uma pessoa bacaninha com esse mundão afora. Vou que vamos, rumo a sexta!

"Não há nenhum fim, ou mesmo um início, por sinal; tudo é meio. Os meios são uma droga. Odeio eles. Os meios vivem vivem se lamentando do passado e esperando que algo interessante aconteça no futuro. Para mim, os meios podem ir se zarkar." Eion Colfer (E tem outra coisa...)

Boa tarde a todos, e para a Carla que irá tirar o aparelho fixo dela (tchau sorriso metálico-co)

obs: zarkar é um xingamento pesado para os alienígenas.

Nenhum comentário:

Postar um comentário