Alô, alô, bom dia, estou morrendo de dor nos braços e trabalhando neste sábado ensolarado, de céu azul, felicidade tá transbordando. Ah, e tenho prova de cálculo três segunda e uma lista para a mesma data, isso tudo justifica o motivo de estar dois dias sem dar as caras por aqui, mas voltei. Estou aqui no laboratório fazendo a parte de textos da ISO, e aí eu me pergunto se sou mesmo boa nisso, porque todos me pedem para escrever por aqui - se sentindo escritora best-seller (acabo de pensar que best-seller é melhor-vendedor, para tudo!). Apenas rindo de tudo isso, e com vontade de comer uma pizza de calabresa.
Mais um fato ocorrido nessa semana me fez duvidar do amor que criamos em nossas imaginações assim como uma vez escrevi sobre isso, não é que eu não acredite no amor, eu não acredito que ele seja do jeito que comentam por ai, é meio ilógico e surreal demais. E se seguimos esse pensamento sempre acabamos com nossos corações partidos e tristeza nos olhos, e, claro, boas - porém dolorosas - lembranças. É conflitante a idéia de amar e reter todo o fluxo de sentimento, você acaba se tornando um tanto quanto frio, acho que a vida sempre está tentando nos tornar assim, afinal. Não sei porque estou falando nisso (mentira, sei, mas não irei expor a história toda), mas quero que o amor seja algo bom que não destrua nossos corações, certo?
Talvez uma dica seja sermos flexíveis com nossos afetos, não acho isso muito útil quando a pessoa é especial para você, mas vale a sutil tentativa. É amar e não ter medo de amar, isso é mais complicado do que as equações de Navir-Stokes (para quem não sabe, essa e a equação mais famosa de mecânica dos fluidos, e o Instituto de Matemática Clay paga um milhão de dólares para quem resolvê-la) . Bom, não há mais nada a acrescentar, sei que ainda verei muito mais dessas histórias surpreendentes da vida.
Buenos dias, hasta luego!
"Abençoados os corações flexíveis, pois nunca serão partidos" Albert Camus
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