terça-feira, 11 de junho de 2013

Boa noite - voz do Boris Casoy. Galera, estou animada porque amanhã farei uma coleta, finalmente vou em alguma coisa fora do laboratório, e vai ser demais! Mas, estou meio bolada - altamente bolada, na verdade. E não é porque o dia dos namomozões é amanhã. Estou bolada em pensar na indiferença de pessoas em nossas vidas, ou de mim na vida delas, não sei. Tenho problemas na família, sérios problemas, mas não contarei aqui tudo também né - casos de família -, mas como tive um sonho nesse sentido, então já acordei meio "mordida" com isso.

Fico pensando em como algumas pessoas deixam um vazio grande em nossas vidas, em como ela nos abandonar é palpavelmente triste , ou em como o sumiço de outras nem sequer deixam vestígios, e que depois de algum tempo, aquela pessoa que deixou o vazio vai sumindo de nossas memórias sem querer, e se perdem nas histórias de nossas vidas. E não sei o que é mais doloroso nisso tudo, alguém que você ama sumir, você perceber que alguém que era importante não faz falta, ou você lutar contra falhas nas lembranças de uma pessoa querida.

Estou cansada de me sentir assim, desamparada porque pessoas me deixam. Já passei por um caso de morte de um ente querido, e simplesmente, mesmo depois de três anos, não superei a perda, apesar de me esquecer na correria da vida como a vida era antes. E aí, me dou conta de que não era para eu estar esquecendo de como era te-la por perto, me sinto culpada, e assim é com outras pessoas, com amigos que já tive, por exemplo. Me desculpem o desabafo, só estou um pouco chateada, mas foco em frente, que o vento urge e a Sapucaí é grande - old but gold.

"Every song ends. Is that any reason not to enjoy the music?" One Tree Hill

obs: agora vou fazer uma lista de exercícios, porque olha...

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