domingo, 17 de fevereiro de 2013

O nosso (não) livre-arbítrio

Ontem eu estava assitindo, de novo, um filme que gosto muito, A bússola de ouro, é um livro também que faz parte de uma trilogia, e que se alguém quiser me dar de presente ou emprestar para eu ler, estarei contente. Enfim, estava assistindo e lembrei porque eu admirava a história dessa obra, simplesmente porque nesse primeiro filme, há uma forte crítica ao livre-arbítrio que, possivelmente, temos e nos gabamos.

No filme (livro) há o Magistério que é uma entidade religiosa, mas pode ser entendido também como o governo, já que em algumas épocas a Igreja Católica foi confundida com o governo vigente em países europeus; essa entidade diz as pessoas o que fazerem, faz aquelas restrições para o bom comportamento e mostra um grande medo com relação a uma revolta e uma libertação do povo de seus comandos.

Ai penso, e não é assim que vivemos, não estou fazendo uma apologia ao anarquismo, porque inclusive acho que a criação de leis é essencial a uma boa convivência entre nós, mas o governo manda e nós obedecemos. Não podemos simplesmente fazer o que quisermos, sair pelados pela rua, ou fazer uma reunião de muitas pessoas na praça, porque o livre-arbítrio que achamos que temos não existe, e o governo manda a polícia para impedir manisfestos, para mostrar quem está no poder.

Essa questão me deixa chateada, mas bom, não temos livre-arbítrio para qualquer coisa, o poder de escolher esbarra em condições que nos são impostas, e isso é bom ou ruim? Depende ai do que você quer fazer, matar, roubar, trabalhar em duas entidades públicas, que se dane, a lei está ai na nossa cara, e o governo, e me arrisco a dizer que até mesmo a religião está nos conduzindo a um comportamento em massa.

Tenham uma boa tarde, e acho que vai chover. (:

obs: querendo me dar os livros, emprestá-los, estou ai.

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